Plano de saúde: escolha exige atenção na cobertura e impacto no bem-estar Plano de saúde (foto divulgação) O mercado brasileiro de planos de saúde atravessa, em janeiro de 2026, um período de ajustes estruturais marcado por custos assistenciais elevados, redes mais segmentadas e contratos mais complexos. Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)indicam que o setor atende cerca de 51 milhões de beneficiários, número estável após anos de crescimento irregular e cancelamentos motivados por reajustes acima da renda das famílias. Por esse motivo, escolher um plano de saúde tornou-se uma decisão que vai além do valor da mensalidade e passa a exigir análise cuidadosa de coberturas, regras contratuais e acesso real aos serviços. Leandro Lago, especialista em proteção de riscos financeiros e proprietário do Grupo Futuro, afirma que boa parte das frustrações dos usuários decorre de escolhas feitas com base apenas no preço. “O plano mais barato nem sempre é o mais...
Selic a 15%: qual investimento paga mais com R$ 1.000 hoje? Foto: Pixabay. Taxa Selic a 15%: quanto rende R$ 1.000? A taxa Selic permanecerá em 15% ao ano, conforme decidiu o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) na reunião realizada em dezembro de 2025. O próximo encontro para debater a taxa será no dia 17 e 18 de março. No entanto, o percentual é o mesmo a cinco reuniões seguidas. Logo, considerando a possibilidade de preservação dos 15%, no que é possível investir quando o juro está tão elevado? Conforme o portal Bora Investir, da B3, o percentual de rendimento estimado para cada aplicação é de: 4,10% ao ano – poupança, com menor rendimento real após inflação. 4,72% a 9,29% – CDBs, com variação conforme o banco e o produto. 7,58% – Tesouro Selic. 9,40% – RDB (Registro de Depósito Bancário). 9,86% – LC (Letra de Câmbio), com incidência de imposto de renda. Até cerca de 10% – LCAs e LCIs, isentas de imposto de renda. Acima de 12% ao ano – debêntures inc...