O Tesouro IPCA+ volta ao destaque como proteção contra inflação. Imagem: Canva Em meio à inflação persistente e às incertezas sobre os juros no Brasil, o Tesouro IPCA+ volta ao radar como uma das principais estratégias para proteger o poder de compra no longo prazo. O título público, atrelado ao índice oficial de inflação (IPCA), garante rendimento real ao investidor, mas exige disciplina e visão de prazo para cumprir seu papel. Ao investir nesse tipo de título, o retorno não depende apenas da taxa fixa contratada. Ele acompanha a inflação e adiciona um ganho real, o que na prática significa preservar, e potencialmente aumentar, o valor do dinheiro ao longo dos anos. Para quem busca segurança e previsibilidade, esse mecanismo ganha relevância justamente em momentos de instabilidade econômica. Como o Tesouro IPCA+ protege o dinheiro da inflação O funcionamento do Tesouro IPCA+ é direto: o investidor recebe a variação do IPCA somada a uma taxa de juros definida no momento da compra...
Por que o Brasil e o mercado financeiro precisam se preparar para o aumento da população idosa em meio às transformações digitais Caros leitores de VEJA e VEJA NEGÓCIOS, J.R.R. Tolkien escreveu que “um mago nunca se atrasa, nem se adianta; ele chega exatamente quando pretende”. Gandalf era velho, muito velho. E, ainda assim, símbolo de lucidez, prudência e autoridade moral. Na literatura, a velhice costuma ser associada à sabedoria. Na vida real, ela é mais complexa, mais exigente e mais desafiadora. Envelhecer não é perder valor, mas pode significar enfrentar limites invisíveis, especialmente em um mundo que se tornou digital, acelerado e tecnicamente sofisticado. É sobre isso que precisamos falar com clareza, com responsabilidade e sem ilusões. Agora, imagine-se com mais de 80 anos, quando terá um patrimônio construído ao longo de décadas. Você atravessou hiperinflação, crises cambiais, mudanças de moeda, impeachment, pandemia. Você trabalhou, poupou, investiu. Aprendeu com err...