Onde investir no 2º semestre? Este guia gratuito mostra as oportunidades indicadas pelos especialistas presentes em evento gratuito do Seu Dinheiro Imagem: alexsl/ iStock O segundo semestre começou exigindo uma recalibragem das carteiras dos investidores. Se o mercado entrou em 2026 projetando queda da Selic, inflação mais comportada e um ambiente externo favorável para ativos de risco, os últimos meses trouxeram uma sequência de acontecimentos que mudou significativamente esse cenário. O conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, a pressão sobre os preços do petróleo e a perspectiva de juros elevados por mais tempo lá fora alteraram as expectativas para inflação, renda fixa e bolsa. Vale lembrar, ainda, a volatilidade trazida pela proximidade das eleições presidenciais e o risco fiscal atrelado ao governo brasileiro. Na prática, estratégias que pareciam promissoras no início do ano passaram a exigir uma revisão. Mas é neste momento que você, investi...
Renda fixa oferece liquidez e praticidade de gestão, enquanto imóveis mantêm atratividade de longo prazo e potencial de valorização Existe uma tendência de procurar qual produto entrega maior rentabilidade. Foto: Adobe Stock Vitor Guedes, especial para o Bora Investir Viver de renda passiva, sem depender do salário para pagar as contas, ainda parece uma utopia para muitos investidores, especialmente aqueles que ainda estão começando a juntar capital em meio aos gastos diários e a construir algum patrimônio para o futuro. Para atingir um patamar que permita a independência financeira plena, muitos decidem buscar opções seguras como a renda fixa ou mesmo o investimento no mercado imobiliário e no retorno dos aluguéis. Existe, porém, um caminho ideal para a renda passiva? Entenda os prós e os contras de cada opção. No cenário atual, de elevada taxa de juros, a renda fixa se apresenta como uma opção mais atrativa para o investidor, que, nesse contexto, beneficia-se de maio...