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Mostrando postagens com o rótulo Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL)

PGBL pode gerar economia de até R$ 4,3 bilhões no Imposto de Renda em 2026

Cálculo da XP mediu o impacto do benefício fiscal do plano de previdência; modalidade permite deduzir até 12% da renda tributável no modelo completo Brasileiros que investiram em planos de previdência privada do tipo PGBL podem gerar uma economia potencial de até   R$ 4,3 bilhões no Imposto de Renda de 2026 , segundo estudo da XP. O cálculo considera os  R$ 15,5 bilhões em aportes feitos na modalidade em 2025 , segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), órgão federal que regula e fiscaliza o setor. O resultado leva em consideração que os investidores aplicaram até 12% da renda bruta tributável e que possuem uma alíquota de 27,5% — valor que pode variar conforme a renda individual. O cálculo é simples: o valor investido em PGBL no ano passado (R$ 15,5 bilhões) é multiplicado pela alíquota de imposto (27,5%). Assim, se todos os investidores que aplicaram nesse tipo de plano estivessem no teto de tributação e tivessem utilizado integralmente o limite de deduçã...

Aposentadoria ou herança? Imposto pode mudar sua estratégia na previdência privada

  Suprema Corte define novos rumos para o cálculo de benefícios e encerra uma das maiores expectativas dos segurados. Uma decisão recente do STF (Supremo Tribunal Federal) proibiu a cobrança de ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação), o imposto sobre herança, sobre valores de previdência privada em todos os estados do país. Ainda assim, quem recebe esses recursos continua sujeito ao pagamento de Imposto de Renda, conforme o regime tributário escolhido. Independentemente da modalidade (PGBL ou VGBL), o recebimento é tributado, mas a forma de cobrança varia conforme o regime escolhido pelo titular ou beneficiário no momento da concessão do benefício. Essa escolha do regime tributário — que pode ser progressivo ou regressivo — deixou de ser um detalhe técnico e passou a ser decisiva para o resultado final, tanto para quem quer garantir renda na aposentadoria quanto para quem busca eficiência na sucessão patrimonial. Especialistas ouvidos pelo  InfoMoney  afir...

Previdência privada vale a pena? Veja 6 mitos que ainda confundem os investidores

  Previdência privada vale a pena? Veja 6 mitos que ainda confundem os investidores A  previdência privada  costuma despertar muitas dúvidas entre os brasileiros. Será que ela serve apenas para quem não contribui com o INSS? Será que só vale a pena começar jovem? Também há quem pense que previdência privada é igual à poupança ou que é um investimento exclusivamente para aposentadoria.  Apesar de ser uma das formas mais importantes de planejamento financeiro para o futuro, a previdência privada ainda é cercada por muitos mitos. O  InfoMoney  separou os 6 mais comuns e consultou especialistas do mercado para explicá-los. Confira a seguir:  1. Previdência privada só serve para quem não contribui com o INSS Mito . Segundo os especialistas, a previdência privada é  complementar , e não substituta da previdência pública paga pelo  INSS  (Instituto Nacional de Seguro Social). Ou seja, quem já contribui com o INSS, também pode criar um fundo de ...

Quanto investir em previdência privada para ter uma aposentadoria de R$ 8.000 por mês?

  Quanto investir em previdência privada para ter uma aposentadoria de R$ 8.000 por mês? Planejamento financeiro de longo prazo é essencial para garantir independência e estabilidade na fase da aposentadoria A previdência privada é uma modalidade de investimento voltada para o longo prazo, usada como complemento à aposentadoria pública (INSS) (Pixabay/Reprodução) Garantir um futuro tranquilo com uma renda mensal de R$ 8.000 pode parecer um desafio distante, mas com planejamento e consistência, essa meta é mais acessível do que se imagina . A  previdência privada , especialmente quando combinada com outras estratégias de investimento, oferece um caminho estruturado para conquistar essa independência financeira. + Veja a carteira recomendada completa com 11 ações para quem busca dividendos! O que é a previdência privada A previdência privada é uma modalidade de investimento voltada para o longo prazo, usada como complemento à aposentadoria pública (INSS). Existem dois tipos prin...

Quem investe em previdência privada poupa 40% mais, diz pesquisa

  Quem investe em previdência privada poupa 40% mais, diz pesquisa Em fevereiro, 11,2 milhões de pessoas, cerca de 7% da população com 18 anos ou mais no país, estavam aportando recursos em planos desta natureza Os planos de previdência privada aberta (aqueles em que qualquer pessoa pode participar de planos individuais ou coletivos) no país ganharam 91 mil novos participantes em fevereiro na comparação anual, segundo o último relatório realizado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi. E quem ingressou na modalidade tem alguns sinais que a decisão é acompanhada de perspectivas positivas:  brasileiros que investem em previdência privada conseguem poupar, em média, 40% mais do que aqueles que não possuem um plano . Além da maior capacidade de economizar, 82% das pessoas que investem em previdência privada afirmam ter metas e objetivos financeiros bem definidos para o futuro, índice superior ao dos que não possuem o benefício (66%). O dado faz parte de ...

Por unanimidade, STF determina devolução de ITCMD cobrado por estados sobre previdência privada

  Por unanimidade, STF determina devolução de ITCMD cobrado por estados sobre previdência privada Corte decidiu no ano passado que incidência é inconstitucional, mas Rio de Janeiro queria evitar restituição Plenário do STF durante sessão de julgamento — Foto: Gustavo Moreno/STF/26-02-2025 Em dezembro, o STF decidiu que é inconstitucional a cobrança do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) sobre dois tipos de planos de previdência privada, em caso de falecimento do titular: o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). O governo do Rio de Janeiro recorreu e  pediu para que a decisão só tenha efeito para casos futuros , para tentar evitar a restituição dos impostos que já foram cobrados. Entretanto, o relator, ministro Dias Toffoli, votou para rejeitar esse recurso, alegando que a aplicação somente no futuro seria "negar o próprio direito ao contribuinte" de receber de volta os impostos recolhidos indevidamente. Para Tof...