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Mostrando postagens de abril, 2026

Fundos de renda fixa pagam 1% em duas semanas

Fundos de renda fixa rentabilizaram 1% em duas semanas após alívio nos juros futuros. Fundos de renda fixa entregaram retorno de 1% em apenas duas semanas após o alívio nas taxas de juros, recuperando parte das perdas acumuladas por investidores que mantiveram posições durante o período de maior volatilidade. O movimento reacende o debate sobre o timing ideal para entrar nessa classe de ativos. O que provocou o salto nos retornos A queda nas expectativas de juros futuros reduziu o prêmio exigido pelos mercados e valorizou os títulos de renda fixa na marcação a mercado. Fundos com maior duration — ou seja, com vencimentos mais longos na carteira — foram os principais beneficiados. O movimento acontece em um contexto de maior clareza sobre a trajetória da política monetária, com sinalizações de que o ciclo de alta da Selic pode estar próximo do fim. Isso aumentou o apetite por papéis prefixados e atrelados à inflação de prazo mais longo. Quem ganhou e quem ficou de fora Investidores que ...

Fundos de renda fixa pagam 1% em 2 semanas com alívio nos juros; vale entrar agora?

Investidor que manteve o sangue frio apesar das oscilações recuperou parte das perdas — e ainda há oportunidades A guerra no Oriente Médio está mexendo com os mercados, e não poupa os fundos de renda fixa, vistos normalmente como portos seguros. No entanto, a depender da estratégia e da composição da carteira, esses instrumentos apresentam resultados bem diferentes e têm surpreendido o investidor. Foi o que ocorreu na última semana com a expectativa de acordo entre Estados Unidos e Irã, que reduziu os juros e trouxe ganhos para os fundos de longo prazo em títulos públicos. Apesar da escalada das tensões no fim de semana, as taxas se mantiveram em baixa na segunda-feira (20) frente aos piores dias do conflito. Os resultados dos fundos de renda fixa variam de acordo com o prazo médio da carteira (duração alta, baixa, média ou livre), o tipo de investimento, se em papéis públicos (soberanos ou simples), títulos de empresas de baixo risco (grau de investimento) ou crédito privado....

Com R$ 8 tri em jogo, sair do crédito privado agora pode ser um erro caro, diz gestor

O mercado internacional de crédito privado, que movimenta cerca de US$ 1,5 trilhão — algo em torno de R$ 8 trilhões — passou por um período recente de forte ajuste e realocação de recursos. Segundo Vinicius Raggio,  sales specialist  no Morgan Stanley, os números, porém, não sustentam o clima de preocupação que se instalou: para ele, parte dos investidores que se desfez das cotas às pressas pode ter tomado uma decisão precipitada. Esse mercado ganhou protagonismo depois da crise financeira de 2008, quando grandes bancos, pressionados por reguladores, reduziram a concessão de empréstimos diretos às empresas. O espaço foi ocupado por gestoras independentes, que passaram a emprestar diretamente para companhias e, mais tarde, levaram essa oportunidade ao investidor comum por meio de fundos com aplicação mensal e opções de resgate trimestral. Foi exatamente sobre esse mercado — seus riscos reais e suas oportunidades — que Raggio, responsável pela distribuição de produtos de investi...

Fundos de crédito têm onda de resgates com empresas em crise. E quadro ainda não acalmou

Aumento de resgates em fundos de crédito privado podem levar a mais saques e acentuar o movimento de perdas As rachaduras no mercado de crédito privado estão mais aparentes do que nunca. A sucessão de crises recentes, como as recuperações extrajudiciais da Raízen e do GPA (Grupo Pão de Açúcar), o pedido de proteção contra credores na Justiça da Oncoclínicas e os sinais de possíveis (prováveis) reestruturações de dívidas da Braskem e Kora Saúde, colocou investidores em alerta. O resultado tem sido um  volume crescente de resgates de recursos de fundos  que investem em títulos de dívida de empresas, como debêntures e certificados de recebíveis imobiliários (CRI) e do agronegócio (CRA), que formam a classe de ativos de crédito privado. “Já começaram a acontecer pedidos de resgates generalizados em fundos de papéis tanto incentivados [ com isenção de IR ] quanto não incentivados”, afirmou ao  InvestNews  um gestor que pediu para não ser identificado. ...

Fundos têm melhor captação em 5 anos com R$ 159 bi no 1º tri; renda fixa lidera e crédito privado ganha espaço

  (Imagem gerada por Inteligência Artificial) A indústria de fundos de investimento registrou captação líquida de R$ 159,2 bilhões no primeiro trimestre de 2026, o melhor resultado para o período nos últimos cinco anos, em forte recuperação frente aos R$ 8,3 bilhões captados um ano antes. O movimento vem acompanhado de um crescimento relevante no patrimônio líquido da indústria, que atingiu R$ 10,8 trilhões em março, alta de 12,9% na comparação anual. A dinâmica, trazida em relatório da Anbima publicado nesta segunda-feira (13), reflete um cenário ainda marcado por juros elevados, que segue favorecendo estratégias mais conservadoras e impulsionando a migração de recursos para a renda fixa. A classe foi a principal responsável pela captação no período, com destaque para fundos de baixa duração — especialmente aqueles com crédito privado — que concentraram boa parte dos fluxos. Dentro da renda fixa, os fundos com maior exposição a crédito vêm ganhando espaço....

Tesouro IPCA+ ganha força como proteção contra inflação alta

  O Tesouro IPCA+ volta ao destaque como proteção contra inflação. Imagem: Canva Em meio à inflação persistente e às incertezas sobre os juros no Brasil, o Tesouro IPCA+ volta ao radar como uma das principais estratégias para proteger o poder de compra no longo prazo. O título público, atrelado ao índice oficial de inflação (IPCA), garante rendimento real ao investidor, mas exige disciplina e visão de prazo para cumprir seu papel. Ao investir nesse tipo de título, o retorno não depende apenas da taxa fixa contratada. Ele acompanha a inflação e adiciona um ganho real, o que na prática significa preservar, e potencialmente aumentar, o valor do dinheiro ao longo dos anos. Para quem busca segurança e previsibilidade, esse mecanismo ganha relevância justamente em momentos de instabilidade econômica. Como o Tesouro IPCA+ protege o dinheiro da inflação O funcionamento do Tesouro IPCA+ é direto: o investidor recebe a variação do IPCA somada a uma taxa de juros definida no momento da compra...

Renda fixa e crédito privado: relatório mensal (04/2026)

O BB-BI analisa os principais indicadores que impactam as decisões de investimento em renda fixa e crédito privado. Clique para baixar o relatório Panorama de Renda Fixa e Crédito Privado O mês de março foi marcado por forte deterioração do cenário externo, em meio à escalada do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, com impactos diretos sobre a precificação dos ativos. O fechamento do Estreito de Ormuz levou o petróleo a movimentos extremos – com o Brent chegando a superar os US$ 120 – elevando significativamente os riscos inflacionários globais. Esse choque de oferta provocou reprecificação dos juros internacionais, com maior volatilidade nos yields dos Treasuries e redução das apostas de cortes pelo Fed em 2026, especialmente nos períodos de maior aversão a risco. Embora sinais de cessar-fogo e/ou avanço diplomático tenham gerado alívios pontuais, com correção do petróleo e fechamento das curvas globais, o ambiente permaneceu marcado por elevada incerteza e sensibilidade ao no...

Crédito privado: Onde investir? Confira a Seleção BB-BI de Abril/2026

Confira os títulos incentivados de crédito privado selecionados para o mês Objetivo e metodologia A Seleção BB-BI de Crédito Privado tem o objetivo de eleger títulos de crédito privado incentivados (com isenção de imposto de renda para pessoa física) que apresentem boa relação de risco vs. retorno para investidores qualificados¹ ou público geral, sempre levando em consideração a avaliação do time de analistas de  research  do BB-BI acerca das métricas de crédito do emissor e do prêmio potencial ofertado. Sempre que possível, daremos prioridade à diversificação de títulos em relação a seus indexadores (IPCA ou CDI), prazos de vencimentos, emissores e setores de atuação.  Recomendamos a leitura completa  do material, que contém (i) a descrição dos títulos selecionados, e (ii) análise dos emissores. Confira o relatório completo Estratégia A Seleção BB-BI de Crédito Privado tem como objetivo escolher papéis privados incentivados, como debêntures incentivadas, certificado...