Novo sistema exigirá que o investidor pense de maneira global, e não mais em caixinhas Imagem: Pixabay A nova tributação sobre dividendos e o Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM) de até 10% sobre quem ganha mais de R$ 600 mil por ano já estão em vigor desde janeiro, mas a maioria dos investidores ainda não dedicou muita atenção às mudanças e nem começou a se organizar para limitar os impactos, avaliam especialistas e tributarias. Eles alertam, porém, que o novo modelo tributário vai exigir um planejamento mais amplo dos investidores, que terão de olhar para seus ganhos de uma forma geral, e não mais por segmento de aplicação como hoje. A partir deste ano, as empresas que distribuírem dividendos relativos ao lucro de 2026 acima de R$ 50 mil por mês para um acionista terão de reter 10% do valor a título de antecipação do imposto. Se na declaração do ano que vem o contribuinte tiver pago mais de 10%, o valor retido será restituído. Ao mesmo tempo, qualquer contribuinte co...
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