Transformações no mercado de trabalho, indexação de benefícios ao salário mínimo e ritmo acelerado de envelhecimento da população ampliam déficit e pressionam por mudanças nas regras. O Brasil não vai conseguir escapar de uma nova reforma da Previdência Social. Mudanças nas regras deveriam estar sendo pensadas para "ontem", segundo especialistas ouvidos pelo g1 . Embora a última reforma tenha ocorrido há menos de dez anos, em 2019, três fatores combinados pressionam as contas públicas e reacendem a discussão sobre novas alterações. São eles: alta informalidade, acompanhada de transformações no mercado de trabalho, com ocupações que não contribuem para a Previdência; benefícios indexados ao salário mínimo, com ganhos reais nos últimos; envelhecimento da população, somado à queda da natalidade. A última reforma conseguiu conter o rombo, sobretudo em 2024 e 2025, mas projeções do próprio governo federal indicam que o déficit do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) pode ma...
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