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Mostrando postagens com o rótulo Fundos de renda fixa

Inadimplência e juros altos pressionam fundos de crédito

  Inflação persistente e resgates bilionários impactam desempenho das carteiras Os fundos de crédito, uma categoria dentro da renda fixa que investe em títulos de dívida de empresas, voltaram ao radar dos investidores em meio a juros elevados e aumento do risco corporativo.  Apesar de serem vistos como alternativas mais seguras,  esses fundos vêm registrando volatilidade e perdas recentes.  “Nesse cenário de inflação e juros mais altos, muitas empresas se alavancaram apostando em crédito mais barato, que não veio. Agora os problemas começam a aparecer, como nos casos da Raízen, GPA e Braskem e isso impacta diretamente os fundos de crédito”, afirma Marilia Fontes, apresentadora da Resenha do Dinheiro. Nos últimos meses, investidores migraram da bolsa para a renda fixa em busca de segurança, mas muitos acabaram em fundos de crédito sem avaliar os riscos. O resultado foi uma sequência de perdas nas cotas, pressionadas pela chamada  marcação a mercado...

Fundos de renda fixa pagam 1% em duas semanas

Fundos de renda fixa rentabilizaram 1% em duas semanas após alívio nos juros futuros. Fundos de renda fixa entregaram retorno de 1% em apenas duas semanas após o alívio nas taxas de juros, recuperando parte das perdas acumuladas por investidores que mantiveram posições durante o período de maior volatilidade. O movimento reacende o debate sobre o timing ideal para entrar nessa classe de ativos. O que provocou o salto nos retornos A queda nas expectativas de juros futuros reduziu o prêmio exigido pelos mercados e valorizou os títulos de renda fixa na marcação a mercado. Fundos com maior duration — ou seja, com vencimentos mais longos na carteira — foram os principais beneficiados. O movimento acontece em um contexto de maior clareza sobre a trajetória da política monetária, com sinalizações de que o ciclo de alta da Selic pode estar próximo do fim. Isso aumentou o apetite por papéis prefixados e atrelados à inflação de prazo mais longo. Quem ganhou e quem ficou de fora Investidores que ...

Fundos de renda fixa pagam 1% em 2 semanas com alívio nos juros; vale entrar agora?

Investidor que manteve o sangue frio apesar das oscilações recuperou parte das perdas — e ainda há oportunidades A guerra no Oriente Médio está mexendo com os mercados, e não poupa os fundos de renda fixa, vistos normalmente como portos seguros. No entanto, a depender da estratégia e da composição da carteira, esses instrumentos apresentam resultados bem diferentes e têm surpreendido o investidor. Foi o que ocorreu na última semana com a expectativa de acordo entre Estados Unidos e Irã, que reduziu os juros e trouxe ganhos para os fundos de longo prazo em títulos públicos. Apesar da escalada das tensões no fim de semana, as taxas se mantiveram em baixa na segunda-feira (20) frente aos piores dias do conflito. Os resultados dos fundos de renda fixa variam de acordo com o prazo médio da carteira (duração alta, baixa, média ou livre), o tipo de investimento, se em papéis públicos (soberanos ou simples), títulos de empresas de baixo risco (grau de investimento) ou crédito privado....