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Mostrando postagens com o rótulo Previdência Privada

Por que a previdência privada aparece em quase todas as carteiras

Entenda como a previdência privada pode aumentar a eficiência tributária e sucessória de uma carteira bem estruturada Existe um  instrumento financeiro específico  que aparece com enorme frequência nas carteiras na Nord Wealth. Na verdade, ele aparece em quase todas. Curiosamente, não estamos falando de uma classe de ativos específica. Não depende do cenário macro, da Bolsa estar barata ou cara, nem do nível da taxa de juros. Tampouco é uma aposta tática. É um instrumento que, quando bem utilizado, costuma aumentar a eficiência estrutural de uma carteira. E, ainda assim, poucos produtos no mercado brasileiro carregam uma reputação tão injustamente subestimada. Estamos falando da  previdência privada . A origem da má fama Poucos produtos no mercado financeiro brasileiro carregam um histórico de desconfiança tão grande quanto esse. E, para ser justo, esse ceticismo não surgiu por acaso. Durante muito tempo, a previdência privada foi um produto bastante limitado. A...

Melhores opções de investimento: por onde começar com segurança

Especialistas do Banco Inter dão dicas e opções de produtos para investidores iniciantes "Meu Porquinho" Banco Inter   • Divulgação / Inter Segundo a Anbima — Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais —  mais de 59 milhões de brasileiros investem em produtos financeiros   e, de modo geral, o interesse de pessoas físicas por investimentos tem aumentado no país. Para quem ainda não começou, a questão central é  entender como investir com segurança . Bernardo Pissolati, especialista de investimentos do Inter, explica que as opções mais adequadas são definidas “de forma bem personalizada, de acordo com o perfil de cada investidor”. Isso significa que, além de descobrir seu perfil — conservador, moderado ou arrojado — quem deseja investir precisa  aprender a avaliar os fatores envolvidos em cada produto . Mesmo duas pessoas com perfil moderado podem ter “investimentos ideais” diferentes, dependendo de objetivos, prazo, necessidade de l...

Previdência privada: Renda+ perde para o VGBL, mas tem uma arma escondida

Planos de previdência e título de aposentadoria do Tesouro são animais bem diferentes. Entenda os pontos fortes de cada um Existem duas formas simples de planejar a aposentadoria: contratar um plano de  previdência privada  ou usar um título público específico para isso, o  Tesouro Renda+ , uma opção recente, que surgiu em 2023. Apesar desse ponto em comum, eles são animais bem diferentes. Cada um serve para um perfil específico – e vamos comparar os dois aqui. Os planos de previdência privada, vale lembrar, têm aquelas duas modalidades: PGBL e  VGBL . Esta última é a mais popular, de longe. Para simplificar a comparação com o Renda+, então, focamos aqui no  VGBL . Mãos à obra. Vamos pegar como ponto de partida um aporte mensal de  R$ 1 mil . Ao longo de 24 anos, isso significa  288 depósitos , ou seja, R$ 288 mil no total. Por que 24 anos? Porque no Renda+ você é obrigado a escolher um ano específico para o fim do período de acumulação, sempre em...

Taxas da previdência privada podem consumir quase metade da aposentadoria

Mais de 40% da sua aposentadoria pode ficar com a gestora do seu fundo de previdência em vez de entrar no seu bolso. Essa pode ser diferença entre deixar num plano que cobra 1% ao ano e um de 4%. Uma disparidade de três pontos percentuais na taxa parece pouco. Não é. Ao longo de 30 anos, eles podem formar uma mordida de mais de 40% em cima do total – na comparação entre dois fundos que renderam o mesmo tanto. Ou seja, a cada R$ 1 mil brutos que você acumular, R$ 400 vão embora. Nas simulações que você vê na tabela aqui embaixo, usamos como premissa aportes mensais de R$ 1 mil em um VGBL, o tipo mais comum de previdência privada, mais uma rentabilidade média anual de 10,6% ao ano – que foi o retorno médio do  CDI  entre 2005 e 2025. É exponencial. Quanto mais longo o prazo, maior a perda com as taxas. Mas os valores para intervalos menores também são relevantes. Em 10 anos, os três pontos percentuais de diferença significam 13,5% a menos. Em 20 anos, o prazo mais comum para pla...