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Mostrando postagens com o rótulo Tributação

Tributação de dividendos e imposto mínimo: como se preparar e pagar menos

Novo sistema exigirá que o investidor pense de maneira global, e não mais em caixinhas  Imagem: Pixabay A nova tributação sobre dividendos e o Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM) de até 10% sobre quem ganha mais de R$ 600 mil por ano já estão em vigor desde janeiro, mas a maioria dos investidores ainda não dedicou muita atenção às mudanças e nem começou a se organizar para limitar os impactos, avaliam especialistas e tributarias. Eles alertam, porém, que o novo modelo tributário vai exigir um planejamento mais amplo dos investidores, que terão de olhar para seus ganhos de uma forma geral, e não mais por segmento de aplicação como hoje. A partir deste ano, as empresas que distribuírem dividendos relativos ao lucro de 2026 acima de R$ 50 mil por mês para um acionista terão de reter 10% do valor a título de antecipação do imposto. Se na declaração do ano que vem o contribuinte tiver pago mais de 10%, o valor retido será restituído. Ao mesmo tempo, qualquer contribuinte co...

Reforma do IR: calculadora mostra quem ganha e quem perde com proposta

A partir de 2026, ficam isentos os contribuintes com renda mensal de até R$ 5 mil A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou o projeto que altera a cobrança do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF). A partir de 2026, ficam isentos os contribuintes com renda mensal de até R$ 5 mil. A proposta tem formato semelhante ao PL 1.087/2025, apresentado pelo governo e ainda em análise na Câmara dos Deputados. Diante disso, organizações da sociedade civil lançaram a Calculadora da Justiça, disponível em www.calculadoradajustica.com.br. A ferramenta gratuita permite que cada pessoa insira seus dados de renda e visualize o impacto da reforma no pagamento. O cálculo considera salários, aposentadorias, aluguéis, lucros e dividendos. O usuário pode detalhar deduções ou optar pelo desconto simplificado. Como funciona a Calculadora da Justiça A iniciativa foi desenvolvida pelo Instituto Lamparina, Made/FEA-USP, Sleeping Giants Brasil e pela Teia de Criadores. O simulador po...

Aumento do IRRF sobre investimentos atinge todo mundo e pode ser questionado na Justiça

Aumento do IRRF sobre investimentos atinge todo mundo e pode ser questionado na Justiça Resumo A Medida Provisória nº 1.303/2025 aumenta o IRRF para 17,5% em investimentos e entra em vigor para pessoas físicas em 2026, enquanto já impacta empresas; possíveis judicializações podem surgir devido à insegurança regulatória. Foto: Freepik A Medida Provisória nº 1.303/2025, instituída em 11 de junho de 2025, trouxe mudanças significativas na tributação de investimentos, incluindo a elevação da alíquota do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) para 17,5% em aplicações financeiras como renda fixa, ações, investimentos no exterior e criptoativos. A MP já está em vigor, mas sua aplicação para pessoas físicas só começará em 1º de janeiro de 2026, respeitando o princípio da anterioridade anual. Até lá, continuam valendo as regras atuais, incluindo isenções para produtos como LCI, LCA, CRI, CRA, debêntures incentivadas e investimentos no exterior. "Apesar de a MP estar em vigor, o aumento de...

Por unanimidade, STF determina devolução de ITCMD cobrado por estados sobre previdência privada

  Por unanimidade, STF determina devolução de ITCMD cobrado por estados sobre previdência privada Corte decidiu no ano passado que incidência é inconstitucional, mas Rio de Janeiro queria evitar restituição Plenário do STF durante sessão de julgamento — Foto: Gustavo Moreno/STF/26-02-2025 Em dezembro, o STF decidiu que é inconstitucional a cobrança do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) sobre dois tipos de planos de previdência privada, em caso de falecimento do titular: o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). O governo do Rio de Janeiro recorreu e  pediu para que a decisão só tenha efeito para casos futuros , para tentar evitar a restituição dos impostos que já foram cobrados. Entretanto, o relator, ministro Dias Toffoli, votou para rejeitar esse recurso, alegando que a aplicação somente no futuro seria "negar o próprio direito ao contribuinte" de receber de volta os impostos recolhidos indevidamente. Para Tof...