Por que o Brasil e o mercado financeiro precisam se preparar para o aumento da população idosa em meio às transformações digitais Caros leitores de VEJA e VEJA NEGÓCIOS, J.R.R. Tolkien escreveu que “um mago nunca se atrasa, nem se adianta; ele chega exatamente quando pretende”. Gandalf era velho, muito velho. E, ainda assim, símbolo de lucidez, prudência e autoridade moral. Na literatura, a velhice costuma ser associada à sabedoria. Na vida real, ela é mais complexa, mais exigente e mais desafiadora. Envelhecer não é perder valor, mas pode significar enfrentar limites invisíveis, especialmente em um mundo que se tornou digital, acelerado e tecnicamente sofisticado. É sobre isso que precisamos falar com clareza, com responsabilidade e sem ilusões. Agora, imagine-se com mais de 80 anos, quando terá um patrimônio construído ao longo de décadas. Você atravessou hiperinflação, crises cambiais, mudanças de moeda, impeachment, pandemia. Você trabalhou, poupou, investiu. Aprendeu com err...
A bolsa fechou o ano com 5,5 milhões de CPFs registrados em renda variável. Foto: Pexels Fundos de índice (ETFs) foram o produto de renda variável com maior alta entre as pessoas físicas; Renda fixa cresce 15% e dívida corporativa e captação bancária ganham espaço; Tesouro Direto fecha 2025 com 3,4 milhões de investidores e avanço expressivo nas regiões Norte e Nordeste. São Paulo, 23 de março de 2026 – A contínua diversificação e sofisticação de produtos, a maior oferta de informação e a facilitação do acesso ao investimento por meio da tecnologia marcaram a jornada dos investidores no mercado de capitais no último ano. É o que mostram os dados da mais recente análise da evolução das pessoas físicas na B3, referente a dezembro de 2025. A bolsa fechou o ano com 5,5 milhões de CPFs registrados em renda variável, representando um crescimento de 4% em relação a 2024. O valor em custódia desses investidores chegou a R$ 636,2 bilhões, um aumento de 20% em rela...