Pular para o conteúdo principal

Ministro assina Carta Aberta em defesa da Previdência Social e de seus servidores

 

Ministro assina Carta Aberta em defesa da Previdência Social e de seus servidores

“Não aceitaremos generalizações que prejudiquem a imagem de uma instituição marcada pelo compromisso com o serviço público”, diz trecho do texto, divulgado durante reunião com sindicatos da carreira do Seguro SocialCompartilhe por Twitter

Oministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, divulgou nesta segunda-feira (1º) uma Carta Aberta em que faz “defesa incondicional da Previdência Social e de seus servidores”. No texto, o ministro reafirma sua “confiança naquela que é a maior autarquia do país, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), patrimônio do povo brasileiro, e em seus mais de 18 mil servidores”.

Leia aqui a íntegra da Carta Aberta.

A carta foi divulgada durante reunião do ministro com sindicatos da carreira do INSS nesta manhã, na sede do órgão, em Brasília, onde ouviu demandas da carreira e assinou proposta de criação do Comitê Gestor da Carreira do Seguro Social, que será oficializado após decreto assinado pelo presidente da República.

“O Ministério reforça sua atenção constante para coibir tentativas de fraude e punir com rigor quem tenta se beneficiar de forma indevida. Mas é preciso destacar: não aceitaremos generalizações que prejudiquem a imagem de uma instituição marcada pelo compromisso com o serviço público”, diz outro trecho do texto.

“Destaco aqui o papel estratégico dos servidores da Carreira do Seguro Social, que transformam a lei em realidade, dão voz e rosto à política pública e sustentam a confiança dos brasileiros no atendimento presencial em mais de 1.600 agências por todo o país”, finaliza o ministro Wolney Queiroz.

Fonte: Ministério da Previdência Social

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Veja 5 tendências da previdência privada que devem ganhar força em 2026

Veja 5 tendências da previdência privada que devem ganhar força em 2026 O mercado de previdência privada aberta desacelerou em 2025, impactado principalmente pela cobrança de 5% de IOF em aportes acima de R$ 300 mil por seguradora nos planos do tipo VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) a partir da metade do ano. Segundo a Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa as empresas que operam no ramo, como resultado, de janeiro a novembro de 2025 o setor arrecadou 142 bilhões – queda de 19,6% em relação a 2024, ou seja, R$ 36,5 bilhões a menos. Enquanto os aportes diminuíram, os resgates (dinheiro sacado pelos participantes) subiram 13,9%, para R$ 140 bilhões. Por outro lado, regras mais rígidas, expectativa de benefícios menores e um ambiente econômico que exige mais organização torna mais difícil para quem deseja uma aposentadoria confortável contar apenas com o INSS. Nesse cenário, a previdência privada ainda segue como uma das alternativas mais seg...

Planejamento financeiro ajuda a evitar dívidas no início do ano

Banco de imagem Para evitar gastos descontrolados, organizar as despesas pode ser a melhor alternativa Despesas acumuladas de dezembro, impostos como Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), material escolar e contas de energia mais altas costumam apertar o orçamento das famílias no início do ano. Para enfrentar esse cenário e evitar o endividamento, os especialistas em educação financeira da Viacredi orientam que o planejamento é o principal aliado. A primeira orientação é simples e pode salvar o orçamento: anotar todas as despesas. De acordo com César Rozanski, coordenador de Crédito da Viacredi, esse é um dos primeiros exercícios da educação financeira: criar consciência sobre os próprios gastos. Por isso, o mapeamento detalhado dos gastos ajuda a visualizar compromissos financeiros, entender para onde o dinheiro está indo e definir prioridades de pagamento. “Com as contas devidamente anotadas, é po...

Não é só CDB: veja lista de todos os investimentos protegidos pelo FGC

  As liquidações extrajudiciais de diferentes empresas financeiras em decorrência de investigações da Polícia Federal levaram milhares de investidores  a buscarem nas últimas semanas a segurança do Fundo Garantidor de Crédito  (FGC), que funciona como uma espécie de seguro para investimentos de renda fixa. Apesar de grande parte das aplicações reembolsadas serem CDBs (Certificados de Depósitos Bancários),  o FGC protege  também LCIs (Letras de Créditos Imobiliários), LCAs (Letras de Créditos do Agronegócio), Letras de Câmbio e RDBs (Recibo de Depósito Bancário). Também ficam assegurados os valores em conta salário, corrente e poupança. No entanto, o fundo não protege todos os investimentos de renda fixa.  Ficam de fora  CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio), debêntures e fundos de investimentos. Também  não há cobertura  para os títulos públicos do Tesouro Direto, que no entanto conta...